Porto protagonista no “The Guardian”

​Uma fila que chega ao quarteirão seguinte chama a atenção. É a fila que dá acesso à Livraria Lello, cujo bilhete de entrada custa cinco euros e o tempo de espera é de cerca de 30 minutos.

Contudo, como é mencionado no artigo, a Livraria Lello não é apenas uma livraria antiga. Construída em 1906, a arquitetura da loja é uma mistura de neogótico e art déco, com uma claraboia de vidro colorido e uma escadaria que terá inspirado JK Rowling quando a escritora britânica começou a escrever a saga "Harry Potter".

Outro local referido no artigo é A Vida Portuguesa, uma loja que vende uma edição inspirada de produtos portugueses, entre os quais sabonetes, brinquedos clássicos, cerâmica e roupa de cama.

Mas também há grandes marcas do estrangeiro no Porto. Na porta ao lado do Infante Sagres, um hotel meticulosamente renovado, abriu o Vogue Café, um local que apenas algumas cidades têm. Por toda a cidade, os prédios Beaux-Arts estão a ser reformados para que possam abrir novos cafés e boutiques. O artigo menciona ainda o Café Majestic , o café mais famoso da cidade, que "está de volta à sua antiga glória".

Os azulejos azuis e brancos, uma característica da cidade, são também especificados, quando o jornal refere a entrada para a estação de São Bento.

Já pela Rua das Flores, o artigo refere "as suas bonitas casas", "o impressionante mural azul e branco de um gato numa parede de vários andares" e a Mercearia das Flores. Também menciona a Claus Porto, a marca de sabonetes mais famosa do Porto, fundada há 130 anos. Na Chocolataria Equador, "as barras de chocolate são embrulhadas em papéis extremamente vibrantes" e "é quase um crime desdobrá-los".

O artigo fala ainda no passeio pela Ribeira, classificado pela Unesco como Património da Humanidade. Deste local, veem o Douro e, na margem oposta, as caves do vinho do Porto, nomes como Taylor, Sandeman, Croft, Fonseca, Symington e Calém. O último lugar visitado na Ribeira é o Armazém, um mercado de antiguidades.

Após a travessia para Vila Nova de Gaia, o jornal descreve a vista para o Porto, desde o terraço do Hotel Yeatman. Antes de ir embora, houve tempo para subir a escadaria em espiral de 225 degraus, para poder ver a cidade no topo da Torre dos Clérigos.

Fonte: Jn.pt

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Data notícia 25-07-2018